Michael Jackson

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

MICHAEL JACKSON EM JULGAMENTO OUTRA VEZ

MICHAEL JACKSON EM JULGAMENTO OUTRA VEZ


                                       
Michael Jackson em Julgamento Outra Vez 
Parte I 



Escrito por Rev. Barbara Kaufmann
               (Tradução Maíra)



No "Julgamento do Século", a acusação descansou, a defesa descansou, o júri pode descansar agora que estão dispensados. Quando é que Michael Jackson começará a descansar? Para a mídia isso não foi o julgamento de homicídio de Conrad Murray, foi "O Julgamento de Michael Jackson- morte". E grande parte do tempo, Michael Jackson, apesar de morto, esteve em julgamento.
                                 
                      1° Os Chandlers - E o Bullying


 


Michael Jackson não foi tratado como um ser humano, mas como uma vaca de dinheiro. Sua morte não mudou isso. A exploração de Jackson foi legião. Por conhecidos, ajuda contratada, colegas, a indústria da música, o sistema de justiça, por famílias que procuram bolsos fundos, por puxa-sacos, bajuladores e, especialmente, pela mídia. Milhões foram feitos com a marca Jackson.

2° Os Tabloides e os Orquestradores - O Bullying
Thomas W. Sneddon Jr



Diane Dimond

O que o público não sabe, é como foi cínica e deliberada a exploração. O autor Joe Vogel, escreveu sobre o abuso cultural generalizado de Jackson em um artigo recente intitulado “Eu Sou A Besta Que você Visualizou?"
A última traição é um documentário de Conrad Murray, o mesmo doutor condenado por matar Jackson. Murray, acusado de homicídio culposo, fechou um acordo dois anos atrás com October Filmes para um documentário sobre o relacionamento dele com Jackson e seus últimos dias. Família e fãs estão perguntando como poderia a NBC, em sã consciência, produzir e transmitir um filme que explora Jackson, mais uma vez após a morte e pela própria pessoa responsável por essa morte? Murray fechou um contrato quando Jackson era colocado para dormir.
O documentário inclui cenas de "quartos particulares" na casa de Jackson, com clipes reconhecidos como fotos de Neverland Ranch tiradas em 2003, após os assistentes do xerife terem invadido e vasculhado-a. As mesmas fotos, originalmente usadas para induzir a opinião sobre os hábitos particulares de Jackson, fizeram seus caminhos no "documentário" de Murray, juntamente com alguns comentários artificiais projetados para denegrir Jackson, enquanto elevava Murray. Como é honesto um filme e suas intenções, quando habilmente editados para o impacto e as avaliações? Reminiscência do Living With Michael Jackson, (Vivendo com Michael Jackson)de Martin Bashir, transmitido pela MSNBC, outro filme habilmente editado, chamado de “documentário golpe de sucesso” que foi cinicamente produzido para avaliações e lucro, foi refutado posteriormente pela própria equipe de Jackson, que gravou as imagens simultaneamente com a equipe de Bashir. O documentário de Murray contornou o sistema de justiça, permitindo o testemunho que ele se recusou a dar no tribunal, apesar da busca frenética de uma família por respostas sobre o que aconteceu com um de seus entes queridos morto, Michael.
3° Bashir - Escolheu o Bullying 2


O julgamento de Conrad Murray, por homicídio involuntário, tornou-se "O Julgamento de Michael Jackson Morte”, porque a mídia há muito tempo aprendeu que ligar o nome de Jackson a qualquer coisa, aumenta os lucros. Pessoas promoveram cinicamente suas próprias infâmias, ainda vinculando-se a Jackson sabendo que estórias negativas sobre ele aumenta a atenção. Repórteres inventaram estórias e não ficaram de fora do jogo com fins lucrativos, a tendência atual mídia logo seguiu o exemplo. Um grande segmento da população ainda acredita na caricatura tabloide de Jackson e nas acusações das quais ele foi exonerado.
E eles erroneamente acreditam nos auto-proclamados "especialistas em Michael Jackson", que nunca sequer conheceram o homem e têm uma agenda e uma razão para perpetuar a caricatura mito, para evitar a exposição de suas traições do passado, usam um ser humano com fins lucrativos e para futuras carreiras. A propaganda sobre Jackson diz mais sobre o escritor do que sobre seu assunto. Nick Davies, na exposição Flat Earth News, afirma que o público ficaria enojado com a tática cínica da mídia e de como eles manipulam para que o á la jornalismo Tablóide torne-se a tendência atual.

4° Fãs de Michael Jackson, que têm tentado alertar os consumidores com relação à Mídia Tendenciosa - O Bullying 3




Fãs de Michael Jackson, que têm tentado alertar os consumidores durante anos sobre a agenda racista e exploração da mídia de Jackson, emitiram um comunicado esta semana: "Os fãs de Michael Jackson tiveram o bastante. Ridicularizem-nos, se você necessita, chamem-nos nomes, dizem-nos que apenas pensamos em Michael como um “ídolo”, mas não somos os que vendem sua memória, objetivando-o e fazendo dinheiro dele.” Eles convocaram um boicote à NBC e seus patrocinadores.
Murray pode ter administrado a dose fatal de veneno, mas o evenenamento da opinião pública sobre Jackson, pela mídia, foi implacável e prolongado. Será que a mídia torturou um homem até à morte por nada mais do que classificações e lucro? O homem mais famoso do mundo foi também o mais ameaçado. A campanha tabloidiana na exploração e linchamento de Jackson foi sem precedentes e durou décadas. Exploradores de Jackson vêm de todas as posições possíveis, desde faxineiras aos médicos e um rabino, guia espiritual, que publicou gravações de sessões privadas de Jackson, tudo para fazer um dinheirinho com a marca dele.
5° os Arvizos e de novo Thomas W. Sneddon Jr  - O Bullying 4



Os Médicos ficaram ultrajados pelo Tratamento irresponsável de Murray e sua violação às leis HIPAA e à confidencialidade do paciente. Eles acham inacreditável que um médico, agora criminoso condenado, contornasse a lei e testemunho em tribunal e tramasse um documentário para lucrar com o próprio homem que ele matou.
Os fãs, cientes de que a opinião pública sobre eles também tem sido manipulada, estão preocupados que o público continue a permitir que a imunda exploração da mídia contra figuras públicas e continuem enganados inconscientemente. Um fã escreveu:
"Nossas salas de estar não devem ser áreas de despejo de materiais imundos que tiram dos seres humanos não somente sua dignidade, mas sua própria humanidade. E os nossos no processo. Onde está o clamor público que diz “já chega”? As pessoas ficaram indignadas quando o escândalo de Rupert Murdoch, sobre telefones grampeados como primeira página das manchetes forradas de informações sensacionalistas infundadas; Onde estão eles agora? Transmitir esse documentário é vergonhoso.”
O jornalista britânico, Charles Thomson escreveu sobre a irresponsabilidade vergonhosa da mídia durante a cobertura do julgamento de Jackson em 2005, em uma composição literária chamada "O Episódio Mais Vergonhoso da História Jornalística".
Pode valer a pena ponderar por que um homem que parecia ter tudo, necessitava de tais medidas extremas para dormir. Por que ele precisava de medicação que não apenas o ajudasse a dormir, mas que o deixasse inconsciente a noite, para descansar? Como é que um vegetariano e purista que odiava as drogas passou a confiar nelas? Lembre-se, Jackson foi considerado inocente da acusação de exploração de crianças, mas a acusação iria manchar para sempre seu legado.

6° o Fechamento do Círculo e o Bullying dos Verdadeiros Criminosos


No entanto, o julgamento de Murray apresentou, nas palavras do próprio Jackson, seu sonho de construir um hospital infantil. Seu advogado, Thomas Mesereau, expressou preocupação sobre a imprudência de uma mídia tendenciosa, que capitaliza e exagera o drama para o lucro e avaliações, ele é acompanhado por outros advogados, como Matt Semino e Mark Geragos, que temem que o cultismo às celebridades e a manipulação da opinião pública pela mídia, venha prognosticar a justiça.
A autora Aphrodite Jones em Conspiracy: The Michael Jackson Story, Jermaine Jackson em You Are Not Alone: Michael Through a Brother's Eyes, e Joe Vogel com Man in the Music: The Creative Life and Work of Michael Jackson, assim com Armond White e outros, tentam firmar o registro honesto, contando a história verdadeira de Jackson com novos livros que contradiz o lixo das crônicas dos tabloides.
Mesmo hoje, poucas pessoas estão cientes de que em ambos os casos que acusam Jackson de prejudicar crianças, os mesmos jogadores aparecem: o promotor público apelidado de "Cachorro Louco", o mesmo advogado que recrutou e representou ambas as famílias de acusadores, o mesmo psiquiatra que relatou as acusações. Poucas pessoas percebem que esta gangue ainda socializam juntos. Tanto o FBI e os serviços sociais investigaram Jackson e não encontraram nenhum delito
Poucos compreendem o que realmente aconteceu a Jackson, porque a desumanização dele nos tabloides foi tão deliberada e a caricatura pintada completamente. Sua ruína causada pela opinião pública e pela mídia foi tão desanimador, a violação dos seus direitos civis pela aplicação da lei tão abrangente que deixou Jackson tão desanimado e desiludido que ele deixou sua pátria, o lugar onde um garotinho negro do interior da cidade, feito para Hollywood. 
                                   
O último insulto veio do tabloide Sun, de Rupert Murdoch, que publicou a foto de Jackson morto na primeira página na Grã Bretanha, com o apelido racista "Jacko", cuja origem descreve macacos e pode ser um insulto usado para aqueles de ascendência Africana (Afro-descendentes). Dentro de horas após a publicação dessa foto no HLN, extremamente sádicos e cruéis bullies enviaram uma cópia aos filhos de Jackson com a mensagem "Do Papai, com amor."



A segunda geração de Jacksons, incluindo os filhos de Michael Jackson, foram elas próprias vítimas de bullying, suas vidas, relacionamentos e paternidade feito pastos para as fofocas dos tabloides, porque os repórteres aparentemente, rejeitam a filiação legítima ou técnicas de fertilização para as famílias sem filhos, e consideram a alternativa de paternidade e parental-idade, de alguma forma aberrante.



Máscaras em público os impediram de serem reconhecidos em parques de diversões, mais tarde, quando acompanhados por guarda-costas que substituíram um pai incapaz de acompanhá-los em passeios recreativos sem causar um circo na mídia e problemas de segurança para a polícia. No entanto, a opinião pública ridicularizou Jackson por proteger seus filhos desse dano.


7° O Grito do Oprimido


O Choque do Ano


Há aqueles que parecem insistir que as figuras públicas e suas vidas pertencem ao público, em vez de a si mesmas, que esperam estar a par de toda e qualquer informação privada, que sentem que as celebridades não têm direito aos mesmos direitos civis dos quais todos os outros gozam. E há aqueles que fuxicam para essas compulsões, quer seja verdadeiro ou não, para avaliações e lucros, fazendo ilegalidades em telefones, e o jornalismo talão de cheques pagam grandes somas por estórias. Quanto mais devassa a estória, mais zeros nos cheques para as estórias que lincham e retalham pessoas reais em primeiras páginas – para o lucro.
Adultos se perguntam em voz alta, onde as crianças recebem as ideias que parecem tão cruéis e sem coração. Enamoradas pela celebridade, as crianças imitam os mais populares e estão conscientes dos valores apresentados pelos adultos ao redor deles. A nova geração apenas tem redescoberto Michael Jackson após seu falecimento. Você acha que eles ingenuamente perderam o espancamento de Michael pelos tabloides? Onde é que eles aprendem bullying? Eles estão assistindo a mídia e nos assistindo!

COPIEM, COLEM E REPASSEM ESSE TEXTO.
Vamos unir nossas forças para evidenciar Michael ao mundo.
Vamos propagar as verdades sobre Michael na mesma ou em maior proporção que os lixos são criados.
Vamos combater toda manipulação da mídia e todo lixo criado com as verdades.
Unidos chegaremos lá!!!


Assistam ao Vídeo abaixo e descubram um pouco sobre quem foi Michael Jackson



Aqui












Acréscimo de Imagens e Vídeos: Mimijak
Fonte Original:    http://www.huffingtonpost.com/rev-barbara-kaufmann/michael-jackson-trial-media_b_1093132.html

sábado, 19 de novembro de 2011

Elvis Presley - Um pouco da sua História e Biografia e O Lado Místico e Controverso de Elvis




A História de Elvis




Biografia de Elvis

Lisa Marie fala sobre o Pai
Elvis e Priscila

O Lado Místico e Controverso de Elvis



Fazem hoje 34 anos que Elvis Presley morreu. O Mundo lamentou , pois foi um ícone de primeira grandeza não somente para os americanos, como também para grande parte de seus inumeros fãs espalhados pelos quatro cantos da Terra.



Tudo se falou a respeito de Elvis, seja pelas suas canções, seus filmes, e sua personalidade conflitante. Mas uma das coisas que também chamam a atenção é a admiração do cantor por assuntos que dizem respeito sobre religião, numerologia e astrologia. 

Que Elvis era muito religioso, quase todo mundo deve saber, pois teve seus primeiros passos na música em uma Igreja Batista, e mais tarde, com a carreira já sólida e consagrada, gravou inúmeras canções e vários discos Gospel, além de suas famosas baladas, rock, e músicas românticas tão bem notórias. 


Um aspecto muito importante da carreira de Elvis Aaron Presley era o seu profundo amor à música Gospel. Nascido e criado numa pequena cidade do sul dos Estados Unidos (Tupelo), Elvis teve desde o começo de sua vida uma aproximação muito grande com a canção religiosa. Foi ouvindo estes hinos sacros que o jovem Presley aprendeu a cantar e expressar seus sentimentos através da música. Todos os domingos Elvis, sua mãe Gladys e seu pai Vernon iam aos cultos protestantes da Igreja Primeira Assembléia de Deus. Lá o pequeno garoto do Mississipi ficava deslumbrado com o magnetismo e a vibração dos pastores. Pode-se dizer, sem medo de errar, que foi com estes pregadores que Elvis aprendeu que a música deveria ser acompanhada de uma performance que prendesse a atenção do público.


Gospel significa evangelho, credo, evangelizar. Elvis queria, além de cantar, tentar evangelizar através de sua música. Um cantor versátil, pois muito embora conhecido como o “Rei do Rock”, cantava também blues, baladas românticas, country, e naturalmente, a música que tanto o influenciou na carreira quanto na religiosidade do canto, o Gospel. Esta também é a música religiosa, seja ela de que movimento ou tendência cristã for, mas a Gospel music é muito mais identificada com a música evangélica americana. Nasceu nas pequenas comunidades religiosas espalhadas pelas cidades do interior dos Estados Unidos. 

Os primeiro imigrantes ingleses que desembarcaram na América estavam fugindo da perseguição religiosa na Europa e foi para o novo mundo com a convicção de construir um novo lar, um novo país. Quando se instalavam em um novo local para construir ali as bases desta nova comunidade, a primeira coisa que construíam era um local para se realizar seus cultos religiosos.




Estes cultos despertaram um sentimento tão forte em Elvis que, aos nove anos, num gesto de caridade após o culto deu tudo o que possuía (um monte de gibis velhos) às crianças carentes da região. Já adulto e famoso Elvis sempre ia aos cultos das igrejas de negros para ouvir e cantar canções religiosas. Isto era um ato muito corajoso por parte do cantor, pois o sul dos Estados Unidos vivia uma separação racial muito forte entre brancos e negros. Para Elvis isto tinha pouca importância, para ele esta divisão não existia: tudo era música, tudo era mágica. 

Era um conhecido “mão aberta”. Motivado talvez por um sentimento de caridade cristã além de exagerada, conforme interpretava ele o Novo testamento, Elvis era capaz de dar presentes caros até mesmo para desconhecidos. Em alguns dos seus shows nos anos 70, Elvis jogava jóias em direção ao público que os assistia em suas apresentações, algo que irritava seu pai Vernon. 

SEGUNDO PERITOS que entendem de astrologia, Elvis tinha a Lua em Peixes. A Lua neste signo revela certa vulnerabilidade emocional. Também indica algum tipo de ligação especial com a mãe, com tendência a idealização. Tudo isso é característico marcante no traço de Elvis. A Afinidade com sua mãe era tanta que Elvis dormia na Cama dela até seus 15 anos de idade. Seu pai Vernon chegou a ser preso por contrabando de bebida alcoólica durante a lei seca.




As restrições por que Elvis passou na infância podem aparecer na conjunção de Saturno em Aquário com a Lua em Peixes. Saturno pode simbolizar algum tipo restrição, que no caso de Elvis era material, tendo ele uma forte ligação com a mãe, mas um distanciamento em relação ao pai. Com o Sol em Capricórnio, o pai fazia o papel de autoridade para Elvis, mas era a mãe quem coordenava e administrava tudo. Ela era o Sol em Capricórnio. Além disso, Saturno em signos do Ar pode expressar uma dificuldade em entendimento com um dos pais.




Como Elvis tinha Saturno conjunto a Lua, esta dificuldade com o pai era também emocional. Isto é fato verídico, pois Elvis e Vernon constantemente brigavam. A relação dos dois piorou muito quando a mãe Gladys morreu, pois não demorou muito, seu pai arranjou uma namorada e pouco tempo depois se casaram. Elvis sempre admitiu que não gostasse da madrasta, mas por estranho que seja se relacionava bem com os filhos dela, e um deles, Stanley, se tornou um membro da conhecida “máfia de Memphis”. 


Certa vez, Vernon falou a Elvis que ele jamais seria a metade do homem que era só pelo fato de ter feito uma cirurgia de fimose durante o tempo que namorava sua segunda esposa. Isto irritou ainda mais o cantor. 

Externamente, a imagem de Elvis era máscula. Ele tinha Marte no Meio-do-Céu, casa de sua imagem pública, e este Marte estava em quadratura com o Sol. Elvis tinha muita energia. Marte está em Libra, que é o signo do agradar. Marte em Libra pode simbolizar o galanteador, e Elvis certamente tinha esta faceta. 

Apesar disso, em seu mapa a energia 'feminina' ou 'Yin' predominava, através de signos da Terra e Água. Isto não quer dizer, porém, que Elvis fosse "gay", e sim, que sua natureza psíquica tinha componentes da Água e da Terra. Elvis tinha necessidade de preenchimento emocional, o que não parece ter conseguido obter plenamente isto, depois da morte da mãe, enquanto ele ainda estava no Exército, além de segurança, materialização, concretização. 

Elvis jamais se sentia satisfeito.




Esta característica 'Yin' de Elvis fez com que ele tivesse muito mais facilidade em se aproximar das mulheres do que dos homens. Por isto não é mero acaso que uma professora primária seja a primeira "descobridora" de Elvis, e que a mãe também tenha sido tão importante para ele. Com a Lua em Peixes, possivelmente ele achava abnegada, generosa, e também, de algum modo, sofredora. Com a Lua conjunta a Saturno, suponha que a mãe tinha um 'fardo pesado' (que o incluía principalmente), e se sentia 'devedor' disso. Mesmo que a mãe 'não exigisse nada'. É freqüente que a Lua em Peixes implique em um 'diálogo mudo', cheio de cumplicidade e entrelaçamentos. A mãe era, portanto, uma mártir (Peixes), mas era também sua base e esteio (Lua conjunta a Saturno). Não era raro Elvis sempre dizer que tudo que ele conseguiu através de seu sucesso ele devia a mãe e era dedicada a mãe. No enterro de Gladys, Elvis chegou a se atirar ao caixão em plena hora em que baixava ao túmulo, chorando e falando repetidas vezes que tudo que ele obteve foi por ela. 


Tanto a profissão inicial, que era eletricista da General Eletric, Elvis escolheu como o fato de ele ter se interessado por uma cultura diferente da sua tem a ver com Urano. Urano rege eletricidade, e Urano participa da Cruz Cardinal de Elvis, que envolve Marte, Plutão, Sol, Mercúrio e Vênus. Com Plutão em meio a tudo isto, de alguma forma Elvis se sentia excluído e rejeitado pela sua cultura branca e anglo-saxônica. Então, buscou o contato com outra cultura (Urano), na qual conseguiu acomodar melhor sua identidade. 

A Cruz Cardinal em seu mapa indica que Elvis esteve sempre tensionado em busca do seu eu (Sol, como planeta mais pessoal da Cruz), e que ele ativamente (Cardinal) buscava, através de uma agitação incessante (Marte), uma intensidade (Plutão) e desafio (Urano) constantes. Mesmo que os orbes não sejam exatos, podemos dizer que também nos seus relacionamentos ele vivia isto, já que Vênus também participa da Cruz. 

                                     



Elvis era uma pessoa exagerada. Tinha uma rotina de trabalho puxada e gostava muito de comer (o que se refletiu em seu físico nos últimos anos de sua vida). Uma característica de Elvis era que, quando gostava de alguma coisa, queria muito daquilo. E tinha tanto que depois perdia o interesse. Era assim com tudo. Ele também carregava as pessoas em suas manias. Foi daí que nasceu a “Máfia de Memphis”, que era composto por 12 homens (em alusão aos 12 discípulos de Cristo) que foram colegas de colégio ou colegas de seu serviço militar na Alemanha, amigos de longa data que Elvis sempre quis compartilhar não somente suas amizades, como também as felicidades, tristezas, e grandes confidências, inclusive o seu uso excessivo de barbitúricos. Um desses doze era Red West, que também fazia com ele inúmeras cenas de luta nos filme do cantor. Para quem não sabe, Elvis era faixa preta Dan 7 em Karate. 


Também eram esses doze que “cassavam” mulheres para as notórias orgias que faziam, quando o grupo se dirigia com Sua Majestade para uma casa exclusivamente direcionada para este objetivo, em Palm Springs, Califórnia. 




Tempos depois, cerca de um ano antes de sua morte, Elvis dispensou a “máfia”. Quatro anos antes, tanto Elvis e seus “assessores” haviam recebido do Presidente Richard Nixon distintivos policiais, e Elvis foi nomeado “Agente anti-narcótico”, com toda patente de policial, uma ironia para quem consumiu entre 1960 a 1977 uma quantidade incalculável de barbitúricos. 


Os integrantes da “Máfia” não gostaram nada dessa dispensa e escreveram um livro sobre Elvis contando de suas orgias e de seu consumo de drogas. Elvis chegou a pensar em mandar matar, mas um dos ex-integrantes, Joe Espósito, e um dos poucos que ainda eram homens de confiança do cantor, felizmente o fez ver que sua filha Lisa, então com oito anos, se decepcionaria com um pai assassino. Frank Sinatra, que leu o livro escrito pelo pessoal da "Máfia de Memphis" chegou a ligar para o cantor, e ofereceu ajuda a Elvis para dar cabo de Red West e os outros, com sua "influência" (Sinatra era um mafioso notório), mas o "Rei do Rock" recusou por dois motivos: Um porque tinha mudado de idéia graças aos conselhos de Espósito, e depois, porque no fundo jamais gostou de Sinatra.

Na realidade, Elvis gostava de armas de fogo, emblemas policiais, Cadillacs e cavalos. Isto vem, novamente, da quadratura entre o Sol e Marte. Elvis tinha uma agressividade e energia inatas, as quais tinham de dar vazão. Com exceção dos cavalos, uma possível preferência de seu Ascendente em Sagitário, todos os outros símbolos são 'marcianos' e masculinos. Em suas apresentações, Elvis também era o próprio Marte (que está na casa dez, à casa pública), fazendo apresentações vigorosas e movimentos como socos no ar.





Certa vez, Elvis tinha um "guru", que na realidade era seu cabeleireiro. Ensinava a Elvis certas noções de espiritualidade, inclusive sobre reencarnação. Entretanto, um homem que sempre conseguiu controlar não só a carreira de Elvis, mas praticamente a alma do cantor era seu famigerado empresário Tom Parker, intitulado “Coronel” (não se sabe por que, pois na realidade ele não tinha esta patente, e nunca foi militar) não gostava dos discursos que às vezes escutava por trás da porta entre o “guru” e Elvis, tanto que conseguiu dispensá-lo da vida do cantor, achando que poderia ser uma péssima influência para a vida do cantor. 




Entretanto, mesmo depois de uma terapia promovida pelo guru e de sessões de doutrinação espiritual, Elvis era capaz de cometer atos de violência. Certa vez, saindo de uma sessão, Elvis pegou sua limusine e pediu a Red West, um de seus guarda costas e amigo da “máfia” para ele percorrer a estrada. Nisso, Elvis pede para Red parar o carro num posto de gasolina, onde estavam a ver dois frentistas brincando de brigar. Nisso, Elvis desceu da limusine, e falou aos caras: Vocês não devem fazer isso. Procurem se amar, pois a violência não leva a lugar algum.

Quando Elvis estava pronto para entrar no carro novamente, ele percebeu que um deles estava levantando o dedo maior em sua direção, o popularmente conhecido “vai se @#%”.

Imediatamente, Elvis se vira e chuta o estômago do indivíduo que cai longe. O outro resolve partir para a direção do cantor, mas este saca de um revólver. A sorte que Red tomou a sua arma e o fez entrar na limusine, partindo em seguida. 
Outro caso de agressão e defesa pessoal envolvendo Elvis aconteceu num show, em Dallas, em 1974. Três homens invadiram o palco e começaram a mexer com o cantor. Elvis conseguiu atingir os três a golpes de Karatê, e os agressores foram encaminhados a polícia local.


Pode-se perceber em inúmeros de seus filmes nas cenas de luta que Elvis, sem dublês, utiliza desta arte marcial milenar. Também o fez em inúmeras coreografias nos seus shows dos anos 70 (com exceção de 1975 a 1977, onde mais gordo e já sentindo a saúde abalada, só fazia um cumprimento, em substituição ao antigo rebolado que o notabilizou no início de sua carreira nos anos 50). 



Então Elvis era conhecido um traço místico e religioso. Porém, isto não impedia de ser agressivo, maníaco, temperamental, inseguro emocionalmente, e de sentir depressões, além também de ter a sensação de se sentir perdido. Segundo astrólogos, a depressão está refletida na sensível Lua em Peixes conjunta a Saturno. Estes dois planetas na casa três podem indicar que Elvis podia sentir falta de com quem dialogar realmente.




Saturno também expressa limites, e, após a morte da mãe, ninguém mais fez este papel. Elvis sentia faltar em sua vida algo especial (Lua em Peixes) e também um esteio, uma base (Saturno). Por isto possivelmente se deprimia e também expressava um misticismo exacerbado, que, aliás, pode ter sido responsável pelo mito coletivo de que ele não teria morrido (a Lua rege a casa oito de Elvis, que simboliza a morte e o pós-morte).




O fervor místico de Elvis também se expressa em Júpiter e em Escorpião (havia intensidade nas crenças de Elvis) e no próprio Netuno na casa nove, casa das crenças. Netuno rege a Lua pisciana de Elvis. Visões místicas e astrológicas. 


Netuno está, porém, no signo oposto ao que rege. Em uma posição de complexidade, portanto. Netuno em Virgem pode funcionar como o 'divino' (Netuno) transposto para o cotidiano (Virgem), mas também o lado negativo de Virgem pode predominar sobre Netuno, inclinando a pessoa ao ceticismo, a visão de que tudo gira em torno de interesses e a decepção com as mesquinharias do mundo. É uma posição desafiante. Elvis viveu muito esta polaridade Peixes/Virgem, porque, conquanto fosse muito místico, via a sua vida fragmentada e sem sentido, e não conseguia viver este ideal no seu dia-a-dia. O abuso por medicamentos, que sobrecarregou o seu corpo, pode ser uma faceta de tudo isto, pois indica a busca do entorpecimento contra as desilusões, a depressão e a falta de sentido.

                                       


Quando morreu, em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos, estava com um princípio de câncer nos ossos, graves problemas no cólon e no aparelho digestivo e ainda sofria de glaucoma no olho esquerdo, decorrente de hipertensão e estresse. Por conta disso, tomava grandes doses de medicamentos. Havia chegado ao peso de 120 kgs de seus 1m84 de altura (quando começou a carreira, pesava 78 kgs, e era apelidado de "The Pelvis"). A família de sua mãe também tinha um histórico de problemas cardíacos. Elvis morreu de um ataque no coração fulminante. 

Elvis tinha muitos planetas em Capricórnio. Quando se tem muitos planetas em um signo, é preciso fazer um bom uso das características daquele signo, pois, de outro modo, a pessoa poderá ter problemas nas partes do corpo regidas por ele. Capricórnio rege os ossos. Elvis tinha o lado capricorniano do profissionalismo e da dedicação a carreira. Mas também tinha o lado capricorniano do perfeccionismo, da absorção excessiva de pressões e também da tendência a estafa e a exigir muito de si mesmo. 

Os problemas cardíacos parecem estar expressos em dois pontos do mapa de Elvis. Em primeiro lugar, na quadratura que Urano envia ao Sol e a Mercúrio. O Sol rege o coração e Mercúrio a mente. Urano agita e pode trazer tendência à hipertensão, se a pessoa não aprender a controlar sua impaciência. Elvis, aliás, já tinha o Sol também em quadratura com Marte, outro planeta que ajuda a 'esquentar'. Tudo isto funcionava muito bem no palco, mas talvez não funcionasse tão bem assim na sua vida pessoal. 

O segundo ponto que poderia explicar os problemas cardiocirculatórios é Saturno em Aquário. Aquário é o signo da circulação, e Saturno é restrito. Este planeta está conjunto a Lua, que rege o sistema digestivo. Isto indica que Elvis deveria ser cuidadoso (Saturno) na alimentação (Lua), e nós sabemos que não era o caso, em especial nos seus últimos anos de vida.




Ginger Alden, sua namorada com 20 anos, o encontrou caído na banheira. Os paramédicos foram chamados, mas não conseguirem reanimar Elvis e ele foram levado ao Baptist Memorial Hospital, onde novas tentativas de ressuscitação falharam. Ele foi declarado morto por seu médico, Dr. George Nichopolous, que listou a causa oficial da morte como arritmia cardíaca. 


Embora Elvis nunca tenha se apresentado fora dos EUA (exceto uma vez no Canadá), países de todo o mundo enviou repórteres para Memphis. A cobertura da imprensa em jornais estrangeiros e na televisão européia foi quase tão extensa quando as reportagens nos Estados Unidos. Em todos os lugares do mundo, as pessoas lamentaram a perda de um artista insubstituível. 



Uma hora após a morte de Elvis, fãs começaram a se reunir em frente à Graceland. No dia seguinte, quando os portões foram abertos para as pessoas verem o corpo de Elvis, a multidão foi estimada em 20 mil. Quando os portões foram fechados às seis e meia da tarde, cerca de 80 mil fãs haviam passado pelo caixão de Elvis. Muitos tinham vindo de diferentes partes do país; muitos de diferentes partes do mundo.




Posteriormente, tantas pessoas chegaram que foi impossível todas entrarem em Graceland, mesmo com a prorrogação do horário. Policiais temeram que pudesse haver problemas com o controle da multidão, mas não houve nenhum. Porém, ocorreu um trágico acidente que não tinha a ver com a morte de Elvis: um motorista alcoolizado atropelou três adolescentes na multidão, matando dois deles.

Os fãs de Elvis enviaram uma imensa coroa de flores, que foi colocada ao longo do banco em frente a casa. Todas as flores em Memphis foram vendidas até a noite de 17 de agosto e flores adicionais foram enviadas de outras partes do país. Esse foi o melhor dia na história do FTD, um serviço de entrega de cerimônia. Os funcionários da FTD alegam que mais de 2.150 arranjos foram entregues. Os arranjos foram ornados com raios brilhantes, violões, cães de caça e estrelas, como também na forma de coroas e buquês mais tradicionais. Muitos dos arranjos foram enviados imediatamente para o Cemitério Forest Hill, o local de seu enterro. Após o funeral, Vernon Presley permitiu que os fãs levassem as flores como recordações. 

Várias celebridades compareceram ao funeral de Elvis, incluindo Caroline Kennedy, a cantora de música country Chet Atkins, os atores Lee Majors, Ann-Margret, George Hamilton, John Wayne, e Burt Reynolds, e o pastor evangélico da TV Rex Humbard, que foi um dos oradores durante a cerimônia. O comediante Jackie Kahane, que havia aberto muitos shows de Elvis, fez seus elogios e um ministro local também falou.

Artistas evangélicos cantaram, incluindo Jake Hess, J.D. Sumner, James Blackwood, e seus grupos vocais, como também a cantora Kathy Westmoreland. O caixão foi transportado para o Cemitério Forest Hill em um longo cortejo composto somente por automóveis brancos. 



Mais tarde, quando alguém ameaçou roubar os restos mortais de Elvis, seu caixão foi levado para o Jardim da Meditação, atrás de Graceland. O corpo de Gladys também foi levado para o Jardim da Meditação, em 1977; Vernon Presley morreu e foi enterrado lá em 1979; e Minnie Mae Presley foi colocada ao lado do restante de sua família em 1980.


Abaixo o vídeo do youtube do JORNAL NACIONAL anunciando a morte do cantor, em 16 de agosto de 1977.

Elvis Presley - Anúncio de sua Morte




Elvis Presley funeral



Vídeo inédito do último show de Elvis Presley



Ultimo Show de Elvis Presley







Fonte: 


Acrescimos de Vídos: Mimijak







quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DISCOGRAFIA: The Jackson Five - Big Boy - A Gravadora Steeltown Records - O Início

Steeltown Records (The Jackson 5 - Big Boy - Michael Jackson)


Keith Gordon, Falando sobre a Steeltown - Big Boy e Michael Jackson


Record label = (Gravadora)
Selo da Steeltown Saouds
Selo da Steeltown Saouds 2
Capa do Disco "LP" 45 Rotações - The Jackson 5


Na indústria da música, a Gravadora é uma Marca e uma Marca Associada com a Comercialização de Gravações de Música e Vídeos Musicais. Mais comumente, uma Gravadora é a Empresa que Gerencia Marcas, Coordena a Produção, Fabricação, Distribuição, Comercialização e Promoção e Execução de Proteção de Direitos Autorais de Gravações de Som e Vídeos de música, Realiza Talento de Aferição e Desenvolvimento de Novos Artistas ("Artistas e Repertório "ou A & R), e mantém Contratos com Artistas e seus Gerentes (Empresários), Apresentações Públicas do Artista. A "Gravadora" Termo da qual deriva a Etiqueta Circular no centro de um Disco de Vinil que exibe com destaque o Nome do Fabricante, junto com outras Informações.
O LP1 - Big Boy
Steeltown Records Foi uma gravadora de curta duração ativa 1966-1972 e formada por Keith Gordon em Gary, Indiana. É mais conhecida como o rótulo que assinarou o 1º Contrato com os The Jackson 5, um ano antes da Motown assinar com o Grupo.
A Mídeia em torno dos TJ5


Keith Gordon foi a primeira pessoa a oferecer um Contrato de Gravação á Michael Jackson quando começou sua Carreira como um dos Integrantes da Banda Jackson 5 formada por Ele e seus Irmãos. Keith realmente gravou, produziu e liberou seus Registros. A Faixa mais notável Gravada com os Jackson 5, de todas as quatro Faixas que produziu na sua Gravadora Steeltown de Gary, Indiana, é Big Boy. Este Single vendeu regionalmente na área de Chicago, Gary no começo de 1968. Ela foi Gravada em Chicago, em Novembro de 1967, que era considerado como a casa do Som Vibrante, a Alma de Chicago nessa Época, lá eram encontrados Músicos talentozíssimos, Compositores, e Estúdios de Produção. Keith Assinarou com os Jacksons um Contrato de Gravação, Gestão e em Novembro de 1967 num momento em que, curiosamente, nenhum dos numerosos rótulos da Região iria levá-los muito mais longe.

A Capa do LP


A Qualidade e o Potencial ouvido na Gravação de Big Boy eram tais que Jerry Wexler da Atlantic Records procurou Gordon Keith para fazer um acordo com ele, afim de distribuí-lo em ATCO e as distribuições desta gravação Steeltown ainda existem, como Precedentes da Versão Steeltown sozinha. O do Salão Rock and Roll of Fame e o Museu possuem uma Cópia de uma das Gravações Steeltown Produzidas por Mr. Keith, We Don’t Have To Be Over 21 (To Fall in Love), e esta Gravação em 45 Rotações estava em exibição lá em 2010.
LP - Tell The Story


Keith Gordon era um vocalista (Cantor), e em virtude disto formou com mais quatro sócios a Gravadora Steeltown Records para poderem Gravar seus próprios Singles e Composições e poderem Assinar e Registrar além do próprio Material Discográfico, também o talento local e em torno de Gary, Indiana. E a qualidade da Cultura Musical e da Dança no Leste de Chicago e Gary era muito alta . Vivian Carter, fundador da Registros Veejay, e The Spaniels, um Grupo proeminentes de Doowop, são exemplos da Cultura Musical de Gary. Keith afirma que cada Artista descoberto, Assinava um Contrato e a Gravadora Assumia a responsabilidade sobre os Lucro de qualquer Grupo ou Artista que Assinavam com eles, usando Steeltown como uma plataforma uma proteção para promover o reconhecimento do seu Nome ou de sua Marca. Keith comenta que seguiu Carreira Solo como Vocalista (Cantor), porque cansou da falta de disciplina e empenho de muitos dos vocalistas (Cantores) jovens. Cantou com Doowop. Portanto como Empresário, não estava olhando só para o Talento, pois, não procurava só por isso, os Artistas deveriam apresentar a união de Talento com uma Atitude Profissional Disciplinada e Compromisso.
Quando o mundo parou neste verão o olhar para trás na carreira extraordinária de Michael Jackson, um Capítulo que faltava em todas as retrospectivas, que pulou direto do Jackson Five pela sua formação em Gary, Indiana, a sua ascensão ao estrelato explosivo na Motown Records. Embora, que além das gravações de Elvis ou dos Beatles, terem sido as únicas outras Estrelas do Pop além de Michael Jackson que tiveram os documentado tão meticulosamente preservados de sua Carreira em quase toda sua magnitude. Nem mesmo os Colecionadores mais obsessivos tem toda a história por trás do "Big Boy", da Banda Jackson Five que foi o seu 1° (Primeiro) single.


Os Fãs mais obstinados sabem que foi gravado no fim de 1967 e Lançado no início de 1968 pela Gravadora Steeltown Records de Gary. Mas a maioria do resto das informações lá fora, é falha ou incompleta. A Minissérie de 1992 The Jacksons: An American Dream ficcionaliza a sessão, colocando-o em 1966 e fingindo, provavelmente por motivos de licenciamento, que os Jacksons gravaram um cover em "Kansas City". Mesmo a Autobiografia elaborada pelo próprio Michael em 1988, Moonwalk, recebeu a maior parte dos detalhes erradas o que não é nada surpreendente, dado que ele tinha nove anos na época. E ao meu conhecimento nenhum relato publicado já mencionou que "Big Boy" foi Editado e Gravado em Chicago.
Os Documentos Confirmam - Sua Legitimidade


O que você está prestes a ler não é apenas um relato detalhado dos Jackson Five sessão Steeltown mas, aqui ele apresenta também provas convincentes de que, a então, Banda já teria estado desenvolvendo trabalhos de Gravação com uma das mais importantes personalidades da Raça Negra (Afro-descendentes) de Chicago que eram proprietarios de Marcas (etiquetas (Gravações) um episódio anteriormente perdido completamente da história). Mais interessantes ainda, foram os esforços desta Gravadora que incluiu uma sessão de Gravação ainda mais cedo.
Meus esforços para chegar e resgatar na memória das pessoas mais próximas a essa sessão resultou na descoberta de que muitos Fãs do Rei do Pop vão descobrir que o artefato final: de um Estúdio de Gravação, aparentemente registrado pela Banda Jackson Five, que antecede há mais de 40 anos ter sido considerada a mais antiga Gravação da Banda. Em outras palavras, a primeira Gravação de Michael Jackson profissional.
Qualquer tentativa que Você faça de preencher algumas das páginas em branco da história inicial do Jackson Five, vai logo descobrir que há alguns fatos sobre os quais quaisquer não há duas testemunhas que concordem. Praticamente todo mundo diz que encontrarou a Banda durante seus anos de formação, por exemplo, alguns afirmam ter descoberto Michael.
Algumas reivindicações são razoáveis: Os Professores Genevieve Gray e Yjean Chambers de Roosevelt High apresentaram aos irmãos Jackson a dinâmica de construção do seu talento a partir de 1965.
Outros são ridículas: exemplo: Motown Berry Gordy fabricou em 1969 que a banda teria sido uma "descoberta" de Diana Ross, mas, tudo não passou de uma jogada de Marketing para a Banda sustentar a Campanha Publicitária.
Já Gordon Keith da Steeltown Registros, e seu co-fundador , 70 Anos, é o homem com o maior número de Evidências tangíveis para fazer afirmações, a respeito desse inicio de carreira tanto de Michael quanto da Banda Jackson 5, ele estima que "Big Boy" vendeu mais de 60.000 Cópias.

Keith Gordon, Falando sobre - Big Boy e Michael Jackson


Muitos fizeram (ganharam) e perderam milhões nas costas dos Jacksons, mas as Fortunas de Keith mantiveram-se praticamente inalteradas desde os meados dos anos 60, quando fundou a Steeltown com mais quatro parceiros: Ben Brown, Ludie Washington, Maurice Rodgers, e Willie Spencer.
O ex-trabalhador de siderúrgica ainda vive no endereço de Gary que esta Impresso na Primeira Prensagem de "Big Boy". Estes dias a maioria das conversas que ele teve sobre os Jacksons voltava-se para reflexões amargas sobre a " Dupla Cruz ", que diz, carregou com ele: Joseph Jackson e Gordy Berry são os piores dos antagonistas de muitas dessas histórias, mas ele ainda acha que o surgimento praticamente em sua porta da Banda como uma intervenção divina. Deus, diz ele, lhe deu o dom de uma Banda que estava pronta.
Ben Brown

Em 1967 Steeltown havia lançado vários singles sem no entanto chegar às paradas hit. Keith tinha visto o suficiente dos Jackson Five em Cartazes passeando pela cidade para convencer-se de que o Grupo era trabalhador, imaginou então, que poderia vir a fechar um Contrato e que este, seria uma oportunidade rara, que afinal poderia reunir o Talento de Jovens combinado com a Disciplina.
Sêlo 3
A Audition
Observava os Cartazes de Publicidade que haviam em torno das Performances (Apresentações Artísitcas) em Gary por um Grupo de jovens chamado de Jackson 5, além de Johnny, na percussão. Keith estava intrigado com que freqüência e regularidade eram divulgados elogios explícitos sobre o alto nível de compromisso com a sua Música.
A Família
Keith queria falar com o reponsável ou Empresário da Banda Jackson 5, e conhcê-los. Obteve o número do telefone da Família Jackson de Músicos locais, os Irmãos Sherl, que assim como o Jackson 5, estavam tendo Aulas de Vocal e Música com uma Professora de Música Local, Shirley Cartman. Telefonando para Joseph "Joe" Jackson foi convidado a ir até sua casa na 2300 Jackson para conhecer e ver os Meninos Performando, como numa Audição.
Keith recorda como: "Eles se apresentaram perfeitamente na sala de estar de sua Casa. A mobília foi empurrada para trás. E, Eles e seus Equipamentos usaram praticamente toda a sala. A família inteira estava lá, Janet era um bebê nos braços de Dona Katherine. Eles estavam se preparando e havia uma corda grossa esticada entre dois dos amplificadores Michael estava próximo. Ela vinha até o seu peito. A partir de onde ele estava de pé, sem tomar impulso para correr, ele saltou para cima numa posição de pés juntos direito sobre a Caixa do Amplificador para limpá-la. Bem, desse momento em diante Ele tinha toda a minha atenção. Eu sabia que estava olhando para um Menino que era Sobre-Humano. Quando eles cantaram, Michael cantava como um anjo. Jermaine também tinha uma grande voz. Jackie poderia levar uma melodia. Marlon podia realmente dançar. Mas quando Michael dançou, todos cantando ao mesmo tempo, ele acabou com James Brown, Jackie Wilson, Fred Astaire e qualquer outra pessoa que você pode nomear. Eles cantaram alguns Sigles de James Brown, "Cold Sweat", Jackie Wilson, "Doggin Around", alguns Smokey Robinson, The Temptations, "My Girl" e "Just My Imagination". Bem, eu estava pasmo. Nocauteado. Desintegrado. Sem palavras.”
Uma Audição parecida com esta teria acontecido na Casa dos Jacksons à Época para Gordon Keuth
 

A Marca da banda
Mesmo assim, a questão de quem realmente conseguiu o 1° Contrato com a Banda foi complicado. Mais tarde Joseph iria fechar Acordos, muitas vezes se sobrepunha, com quem ele pensava que poderia ajudar os Meninos a chegarem cada vez mais longe, e dois dos principais Empresários foram WVON disco jockeys Pervis Spann e E. Rodney Jones.
No final de 1965 ou início de 1966 um triunfante Jackson Five aparencia com seu incotestável Talento no Regal Theater de Chicago, e tinham impressionado tanto a Spann, que ele e Jones se ofereceram para gerenciar o Grupo. (e em virtude disto, Spann também freqüentemente leva o crédito pela descoberta Michael.) Keith lembra de Jones (que morreu em 2004), que alegava ter gasto dezenas de milhares de dólares para promover o grupo sem sucesso. Keith pensou que era estranho, considerando sua fama e o quanto Spann e Jones eram e foram influentes , mas ele ficou emocionado ao assiná-los de qualquer maneira.
E. Rodney Jones

Gary tinha um estúdio de gravação, dirigida por Bud Pressner, um saxofonista que, no decurso de uma carreira de 50 anos como artista e engenheiro trabalhou em tudo, desde o seu próprio Repertório de músicas da Pressner Orchestra nos anos 40 a música house raunchy até o final dos anos 80. Mas Keith decidiu que esta gravação merecia da cidade grande um pouco do seu brilho, e arranjou para que Eles, os Meninos fizessem a Gravação em Chicago.
O Pequeno Michael
Então, depois da Escola numa tarde em novembro de 1967, Michael, 9, Marlon, 10, Jermaine, 12, Tito, 14, e Jackie, 16, empilhados na Volkswagen da Família com Joseph, fizeram o caminho, o percurso do Estado de Gary até o Bairro de Chicago o Englewood Oeste, e foram para o estacionamento na frente do Estúdio de Gravação que apresentava-se ainda ensolarado quando chegaram na Sawyer na West 69. Hoje esse Endereço é um terreno baldio invadido por seis pés de Árvores e ervas daninhas, vizinhos do último sobrevivente dos edifícios comerciais na Taberna Bloco-A chamado de Mitchell, que é conectado a Food and Liquor do Arco-Íris e uma Farmácia . Mas, no final dos anos 60 foi o coração do distrito dos Negócios Movimentados.
The Jackson Five
A Banda Familiar - The jackson 5
De Baixo para Cima, da Esquerda para Direita: Michael, Marlon, Jackie, Tito e Jermaine
Esta deveria ser a história do Jackson Five e o seu 1° (Primeiro) single, Gravado em Chicago em 1967. Mas ao escrevê-lo, Jake Austen pegou a Cópia de uma Fita que existia e que ninguém sabia: Era uma Gravação mais Antiga conhecida pelo Estúdio de Michael Jackson e seus Irmãos.
A Banda Completa e um Convidado Especial


O Jackson Five: Marlon, Tito, Jackie, Jermaine, Michael e, com Johnny Jackson (nenhum parentesco) na bateria

Um empresário ambicioso, Sawyer estava correndo com um pequeno Registro pressionando-pela chamada da Apex 2009 W. em 1969.
Quando, por volta de 1965, ele se Associou com um Engenheiro de Gravação mais velho, Vaughn Morrison, que projetou e construiu um Estúdio de uma porta a oeste. A maioria das pessoas conhecia estúdio ensolarado Sawyer outros simplesmente foram chamados pela Apex, mas o nome pintado em sua fachada de tijolos e vidro , foi Morrison Sound Studio. Em 61 Morrison tinha produzido um hit pop top-ten ", This Time", por Indiana Troy Shondell nativa.
"Morrison era um gênio", diz o lendário engenheiro de Chicago Ed Cody, que muitas vezes o contratou para fazer carimbos (Marcas) para seus Registros. "Conhecem muito bem." Apesar de relativamente pequeno, talvez 1,200 pés da praça, a sala de gravação tinha um teto arredondado projetado para dispersar o som de maneira uniforme. "Acusticamente era uma sala ao vivo, em vez de um estúdio acústico de som grande", lembra Jerry Mundo, um músico e compositor que freqüentemente trabalhava lá. "Não absorvia boa parte do som, para a maioria das coisas que fizemos saiu brilhante e bem definida." O estúdio foi abastecido com microfones de alta qualidade e um gravador de quatro pistas austríaco Ampex MR-70 , uma máquina top-of-the-line caro. "Infelizmente," Mundo diz, "apenas três faixas estavam trabalhando, então nós teríamos que misturar para baixo e fazer um ping-pong. Foi tedioso, mas foi melhor do que ter uma faixa ou duas faixas."
A Banda A Galáxias
Em 1967 Sawyer tinha comprado o Estúdio e Morrison estava fora. Logo no início ele fez alguns trabalhos com uma vaidade artistística de Imprensa sul do lado do Evangelho que pagaria para gravar, e depois levar para casa umas 500 cópias para vender ou distribuir na igreja. Um bom engenheiro com um bom ouvido que havia trabalhado na Universal, o estúdio top na cidade, Sawyer também lançou rock 'n roll ", R & B, e alguns Artistas de blues como Mighty Joe Young, Robinson Fenton, e Taylor Josephine em sua próprias etiquetas (Marcas), Palos, New Breed, e Betty-o último nome de sua esposa, que junto com outra mulher operada a maquinaria da fábrica pressionando enquanto ele corria o estúdio. Negócio foi decente, mas os vizinhos se queixaram do baixo crescendo vazando para a sua lavanderia e mercearia. "Às vezes, batendo para fora os atolamentos, você começa lá em cima no dBs," Mundo diz. "Para conseguir o seu som quente, você vai ter algum sangramento fora da porta."
De acordo com Mundo, os Empresários do bairro, que eram então predominantemente brancos também foram intimidados pelo fluxo constante de bluesmen Negros que entravam para o Late-Night Sessões. Em 1969 o Proprietário Sawyer tinha rescindido o Contrato de Arrendamento, forçando-o a mudar-se para 72 e Racine.
Mas é improvável que os vizinhos tenham ficado intimidados pelos visitantes naquele dia de outono em 67. "The Jacksons foram uns anjinhos", diz Sawyer , "e verdadeiros profissionais, fazendo suas próprias coisas." Joseph tinha treinado Tito na guitarra e Jermaine no baixo e um jovens amigo da família, Johnny Jackson (nenhum parentesco, embora Motown viesse à colocá-lo como um primo) foi um excelente baterista. Todos trabalharam nas três gravações, mas Keith, Tito e Jermaine complementavam com músicos adultos, incluindo Richard Brown na guitarra base, Young Freddie na guitarra, e Ray Grimes no baixo. Ele trouxe Lamont King em bongos e um Músico que tocava conga cujo nome ele se esquece (embora se lembre que era um sobrinho do deejay Daddy-O Daylie).
Keith era co-proprietário da Steeltown e Ludie Washington (que mais tarde gravou seu próprios lados como Lou D. Washington e mudou para a Califórnia para atuar em filmes como UHF e House Party) cantou harmonias de backup em "Big Boy", juntamente com Gary Bridgeman Delroy vocalista.
Bridgeman tinha sido membro de uma doo-wop 50s grupo chamado de os senadores, que gravou para a Vee-Jay Abner subsidiária, e coloca Sawyer foi bastante modesto em comparação com estúdios que ele usou em seu apogeu. "Você provavelmente poderia colocar o estúdio em que estávamos em um dos espaços do escritório da Universal ", diz ele. Enquanto muitas operações no Corredor da Michigan Avenue Record tinha escritórios, salas de ensaio, e lugares para que os músicos descansarem, o Estúdio da Sawyer consistia em nada mais do que na sala ao vivo (onde um piano e bateria pegou uma boa quantidade de espaço), uma pequena sala de controle, e um banheiro.

A Banda Comerciantes da Alma

Em uma única sessão longa o grupo gravou quatro músicas, que diz Keith já estavam em seu repertório. "Big Boy" foi pelo saxofonista Eddie Silvers, que na época estava tocando em um grupo chamado Merchants Alma e trabalhando como diretor musical de Chicago R & B label One-derful Records. Seu lado B eventual, "You've Changed", a faixa Steeltown apenas os Jacksons iria gravar novamente para Motown é por Gary nativa Jerry Reese. "We do not have to be 21" foi por Sherman Nesbary, um escritor prolífico Chicago que gravou sob vários nomes, incluindo Verble Domino e Little & Sherman o Swingers Mod. Autoria da quearta canção, "Some Girls Want Me to your lover," não é clara.
Jackson 5 - We Don't Have To Be Over 21 (To Fall In Love) (Steeltown Records) - - You Tube
 

Jackson 5 - Michael The Lover (Steeltown Records) - - You Tube


Moonwalk
Capa do Livro Moonwalk - Michael Jackson
Embora em Moonwalk Michael se lembre de ter sido tonto de colocar um par de fones de ouvido grandes demais e cantar em um Estúdio com os músicos adulto, ele estava longe de ser despreparado. Além de ensaiar em casa exaustivamente tinha agitadas noites de Amadores e Concursos de Talentos como Pristine dez minutos sets, os irmãos também foram fazendo shows Adequados em Boates de Chicago como Burning Spear Spann e o Clube Confidential, onde eles tiveram uma atuação regular, às vezes Trabalhando com vários conjuntos, na boate Mr. Lucky em Gary. Joe tinha até comprado um microfone para a sua casa para ajudar os meninos a se acostumarem a cantar em um.

A Banda The Senators

Apesar do profissionalismo das Crianças, a Sessão de Gravação foi cansativa, em parte porque a pista mortos Ampex significou que teve que parar mais vezes para misturar-se e liberar espaço na fita. Como a noite avançava os Meninos se cansaram. "Lembro-me de olhar para o relógio que havia lá que marcava 10 ou 11 da Noite e olhar para estes Jovens até tão Tarde que tinham ido a escola mais cedo", diz Bridgeman.
"Eu saí do Estúdio e trouxe-lhes Sanduíches, porque não tinham comido desde que eu não sei o tempo. Tinham sido muito intensas as horas de Gravação para pararmos para comer."
Embora os Jacksons tenham terminado todas as suas Faixas Gravaram rapidamente como numa maratona, Bridgeman diz que ele e mais dois outros vocalistas, Solomon e George Ard Rias, voltaram a Sawyer para refazer alguns Trechos (backups). Keith lembra trazendo as fitas para o Estúdio Pressner em Gary para a Mixagem e Masterização. Em Moonwalk Michael, lembra da Gravação em um Estúdio que ele identifica como Keith nas manhãs de sábado depois de assistir a desenhos animados Roadrunner, mas ele provavelmente misturou as Viagens ao Pressner com a Gravação da sessão, a única coisa que os Meninos fizeram em Pressner, de acordo com Keith, foi observar Pós-Produção. Keith mandou então a Gravação Mestre para a Planta Summit pressionando (Fazer a Prenssagem dos LPs) em Willow Springs, Illinois, e quando os Registros voltaram Pôs Lançamento Oficial do Single para 31 de Janeiro de 1968. The Jacksons Five começaram a Vender em Feiras as Cópias de 45rps, e Steeltown começou a trabalhar para conseguir uma rádio local para dar a "Big Boy", e dar um spin, fazendo a divulgação.
Com todas as Homenagens a Michael Jackson, pouca atenção foi dada ao início da História do The Jackson Five, especialmente as suas gravações Pré-Motown. Nós temos procurado o clássico Urban Harmony Arquivos para lhes trazer um Registro Fotográfico de alguns dos Registros mais raros Colecionáveis do Jackson Five.
Os Jackson Five eram de Gary, Indiana, na época uma cidade rica em história de Harmonia Vocal. Os mais velhos dos irmãos Jackson (Tito e Jermaine) participaram da Roosevelt High School, a mesma escola que lançou a Carreira da Década de 1950 dos R & B Grupos, os Spaniels. [Michael deixou a cidade de Gary quando ainda tinha Onze anos, mas mais tarde foi dado a Ele um Grau Honorário de Roosevelt.)
Na verdade, a Casa do Jackson em 2300 Jackson Street foi só um casa de quarteirões de onde os Spaniels 'James Pookie Hudson cresceram na Delaney Projetos de Habitação. Há alguns relatos de que os irmãos Jackson 'Pai, Joe Jackson, ocasionalmente Cantavam com as Quatro Bees, precursores dos Spaniels, mas não temos sido capazes de confirmar isso. Joe Jackson em seus anos anteriores tocava Guitarra com seu próprio Grupo The Falcons. Acreditamos que não há conexão com o seu grupo e os Falcons mais famosos que eram de Detroit.
O Jackson Five Assinou com os Registros locais de Keith Gordon na Gravadora Steeltown Records em Novembro de 1967. Keith também tinha os Rótulos de Calumet BoMoKeith.
O Primeiro Registro para Steeltown (# 681) era "Big Boy" b / w "you've changed" do Jackson Five, que saiu em uma etiqueta laranja sem "Distribuído pela Atco" na parte inferior. Steeltown estava em todas as letras maiúsculas. O primeiro disco saiu em janeiro de 1968 e muito poucas cópias foram feitas. Provavelmente foi apenas vendido pelo Jackson Five nos seus desempenhos (Performances / Shows) em torno de Gary, IN.
Nós nunca tivemos uma cópia desta primeira imprensa em nossos arquivos.

Dentro de alguns meses, "Big Boy" foi pego para distribuição também pela Atco Records. Cópias subsequentes tinham sido "Distribuídas pela Atco Records, 1841 Broadway New York, NY" na parte inferior do rótulo. Promocionais (DJ) estas cópias eram em brancos, cópias de ações estavam em vermelho. Também vimos uma cópia do rótulo promo branco com apenas o "S" do capital de uma Steeltown, e o nome da etiqueta em papel certificado.
Jackson 5 - Big Boy (Steeltown Records) - - You Tube
 

Jackson 5 - You've Changed (Steeltown Records) - - You Tube


Cópia do Promo de Steeltown 681, Variação Segundo Rótulo.
(Do clássico Urban Harmony Archives)
LP 45 Rotações - Branco - Steeltown Records

Cópia do Estoque Steeltown 681, variação segundo rótulo.
(Do clássico Urban Harmony Archives)
2º Rótulo - Steeltown - Vermelho

Jackson Five Segundo Registro foi “You Don’t Have To Be Over 21" "Jam Session" b / w. Este registro foi emitido como STEEL-TOWN 682 em uma etiqueta Azul com nenhuma distribuição. Temos uma outra variação, sem número de etiqueta e "Distribuído por VWM Distribuidores, 1630 Broadway, Gary, Indiana "no topo do rótulo. Presumivelmente, este ficou em segundo lugar.
Cópia do Steeltown 682, variação de primeira etiqueta.
(Do clássico Urban Harmony Archives)
Steel - Town - Records, Inc - Gary - Ind / Pro. by Gordon Keith Sandy Wilborn

Cópia do Steeltown 682, variação segundo rótulo.
(Do clássico Urban Harmony Archives)
Steel-Town - Records Inc Side A - Prod. by Wilton Crump & mark Davis


Uma versão Steeltown controversa é # 688, lançado no final de 1968. “Let Me Carry Your School Books” b/w “I Never had A Girl” by “The Ripples and Waves Plus Michael” soava semelhante ao Jackson Five e todos suspeitavam que poderia ser os Jackson Five. Informações recentes, descobertas por www.indiana45s.com concluiu que as Gravações e ondas sonoras nela ouvidas não são dos Jackson Five, mas um outro Grupo de Gary anterior, IN, e sim a Gravação refere-se a esse Grupo para a Steeltown. Nós incluímos uma foto de jornal publicada em seu site da Ripples & Waves (abaixo). Além disso, uma fonte confiável informou-nos que o Plus Michael não é Michael Jackson.
Na Verdade houve uma confunsão entre as Duas Bandas uma vez que fazeram Trabalhos com a mesma Gravadora...
Foto de jornal da Ripples & Waves, ca. 1968
(a partir de
www.indiana45s.com)

O single - Big Boy - (A Música)
A Foto da 1ª Formação da Banda Jackson 5


"Big Boy" foi o primeiro single lançado pela banda americana de R&B e Soul, Jackson 5 em 1968 pela gravadora Steeltown Records. É também a primeira música gravada com os vocais do cantor Michael Jackson.

"Big Boy" foi o primeiro single Lançado pelo The Jackson 5, em Janeiro de 1968, através de Registros (Marca) Steeltown. O Grupo Gravou e Tocou os instrumentos em muitas das suas Composições pela Steeltown, incluindo "Big Boy". A Canção não foi nem um Sucesso de Crítica, nem Comercial, mas no entanto, a Família Jackson ficou encantada com o resultado.

O Single
O Jackson 5 laçaria uma Segunda Gravação com a Steeltown Registros antes de Assinar um Novo Contrato com a Gravadora Motown. Estas Gravações do Grupo no Steeltown registros haviam-se pensado como perdidas, mas foram redescobertas mais de 25 anos depois, e foram remasterizados e reeditadas em 1995, com o "Big Boy" como o Single Promocional.

Primeiro Contrato de Gravação e Single


O Jackson 5 começou sua carreira apresentando-se em concursos de talentos, que muitas vezes ganhar. Durante uma apresentação no Beckman Junior High, o grupo foi levado ao conhecimento de Gordon Keith-proprietário da Steeltown Records, uma empresa com sede na cidade natal do grupo de Gary, Indiana. Ele assinou as crianças para um contrato de gravação limitada. A banda gravou com seus instrumentos e um grupo de apoio nos fins de semana. Michael Jackson cantou os vocais na maioria das faixas e os irmãos produziram muito do material si, incluindo a faixa "Big Boy", que levou algumas horas para gravar e foi escrito por Ed Silver. Ao Grupo foi pagos três centavos para cada registro vendido, que foi dividido igualmente entre os cinco membros. O Grupo Lançou seu primeiro no A-side de um Disco 45 Rotações, o Single, "Big Boy" em 30 de Janeiro de 1968. Ele foi acompanhado no B-side (Lado B) do Single "You've Changed". Os irmãos viriam a Apresentar "Big Boy" em Clubes de Striptese que eram numerosas no início de sua vida Artística Primitiva – (Ou incial).


Recepção e Família Jackson


A família Jackson se reuniu em torno de um Rádio para ouvir a Transmissão da Canção pela 1ª (Primeira) vez. Michael Jackson que tinha 9 anos de idade no momento disse da experiência: "[A família] Todos riram e se abraçaram. Sentimos que tínhamos chegado. O "Big Boy" Single não aparece em nenhuma das paradas da Billboard de Música, mas vendeu mais de 10.000 copias.

Deixando Steeltown


O Jackson 5 lançaria um segundo Single pela final através de Steeltown Registros "You Don’t Have To Be Over 21". Os dois singles estavam para serem apoiados por um Álbum deEstúdio Onze Faixas, mas. este nunca foi Lançado. Em 26 de julho de 1968, o Grupo Assinou um Contrato com a Gravadora Motown Records. No entanto, como o Contrato do Grupo com a Gravadora Steeltown ainda não tinha terminado, o Novo Contrato não poderia ser totalmente Trabalhado até 11 de Março de 1969. A Gravadora Motown Records tentou fazer com que o Grupo conseguice sair fora das exigências do seu Contrato com a Gravadora Steeltown e, finalmente, conseguiu fazê-lo através de uma liquidação financeira do mesmo.
Redescoberta

As Fitas Master Originais, de "Big Boy" que acreditavam-se estarem perdidas, foram encontradas em 1994, um Amigo da Família de Ben Brown encontrou as Fitas na despensa da cozinha de seus pais, Brown reeditou o recorde em 1995, nos Registros do Rótulo Invertido uma semana. antes do Álbum de Michael Jackson HIStory ser Lançado. Ele também remasterizou a Canção, e passou à Vendê-lo por Correspondência, junto com uma Versão Instrumental, em um Kit de Edição Limitada que consiste de um Disco Compacto e Fita Cassete, o Kit pode ser Adquirido a um Custo de aproximadamente US $ 30 (Trinta Dolares). A reedição de "Big Boy" foi Promovida com um Vídeo Musical.Em 2009, Keith Gordon colocou os Itens da era Steeltown em leilão, incluindo "um número considerável condição cópias inéditas de " Big Boy " em 45 rpm (Rotações Por Minuto) e 100 cópias de "We Don't Have To Be Over 21 (to Fall in Love)". Keith disse: "Eu poderia usar o dinheiro ... eu acho que esses caras estão fora do meu alcance ... eu realmente não ganhei dinheiro real para ele".
 
Edição Limitada - The jackson Five - Their First Recording!
 
"Big Boy"

B-side


"You've Changed"


Released


January 30, 1968
June 14, 1995 (US)


Recorded


November 1967






Length


3:00 (Original record)
3:36 (CD release)








Ed Silver




The Jackson 5

Jackson 5           singles chronology


Big Boy (1968)

"We Don't Have To Be Over 21 (to Fall in Love)"
(1968)
References
· George, Nelson (2004). Michael Jackson: The Ultimate Collection booklet. Sony BMG.· Taraborrelli, J. Randy (2004). The Magic and the Madness. Terra Alta, WV: Headline. ISBN 0330420054.
· Warner, Jay (2006). On this Day in Black Music History. Milwaukee, WI: Hal Leonard Corporation. ISBN 0634099264. (1968) - "Big Boy/You've Changed" - 10,000+ copies sold.
Notes
1. ^ a b c d e Taraborrelli, p. 36–37
3. ^ a b "Young Michael Jackson's 1st Record to Be Re-Released". Chicago Sun-Times. June 18, 1994.
4. ^ a b Mankiewicz, Josh (November 21, 2003). "Michael Jackson: Unmasked". MSNBC. http://www.msnbc.msn.com/id/3080055/. Retrieved January 09, 2008.
5. ^ George, p. 31
7. ^ a b "Early Jackson 5 Records Set For Re-release On CD". (June 14, 1995). San Jose Mercury News.
8. ^ Taraborrelli, p. 48
9.^ Taraborrelli, p. 51
10. ^ Warner, p.170
11. ^ Susan Bickelhaupt and Ellen O'Brien. (May 15, 1995). "Something Old From The Jackson 5". The Boston Globe.